Quercus de Castelo Branco denuncia principais ameaças à biodiversidade
Envenenamento é uma das principais causas de mortalidade não natural de espécies em perigo da extinção. Campanha aborda outras ameaças e apresenta soluções.
Envenenamento é uma das principais causas de mortalidade não natural de espécies em perigo da extinção. Campanha aborda outras ameaças e apresenta soluções.
Abutre-preto é espécie de abutre mais ameaçada em Portugal. Razões para ameaça de extinção de abutres em geral são sobretudo humanas, como envenenamento e escassez de alimento.
Descoberta mostra interação entre ingestão de alimento e ADN, sustentando longa longevidade das anémonas-do-mar. Formação de tentáculos ocorre mesmo em fase adulta.
Para além dos elefantes que morreram devido a uma infeção bacteriana, alguns podem estar a morrer devido ao stress de caminhar longas distâncias em busca de comida e água.
A campanha lançada pelo Oceanário de Lisboa é válida durante o mês de setembro e outubro e dá direito a visitar todas as exposições patentes.
Inicialmente, pensava-se que os jovens elefantes tivessem sido envenenados por caçadores, mas os elefantes tinham as presas intactas e nenhum outro animal, incluindo abutres, tinha sido afetado.
O derrame de petróleo ocorreu após um barco japonês, o MV Wakashio, ter atingido um recife de corais no mês passado.
É possível que a causa da morte destes animais tenha sido a ingestão de plantas venenosas, segundo disse à agência Efe o porta-voz da Autoridade de Gestão dos Parques Nacionais e da Vida Selvagem.
Todas as explorações relacionadas com a criação de martas para a indústria de peles, mesmo aquelas que não registaram casos de infeção pelo novo coronavírus, devem encerrar portas até março de 2021.
O estudo comparou as células recetoras dos vírus nos animais, como a enzima conversora da angiotensina (ECA-2), encontrada em cerca de 410 espécies diferentes.
O casal de pinguins fêmeas, Electra e Viola, adotaram um ovo de um outro casal e tornaram-se mães da cria que nasceu no Oceanogràfic València, em Espanha.
O estudo, desenvolvido pela Universidade de Évora, projeta uma migração das espécies a partir da zona mais rica dos trópicos para latitudes superiores, no final do século.