Objeto de um protocolo rubricado com a Ordem dos Médicos Veterinários, esta é a segunda medida promovida pelo município do distrito do Porto, “depois da criação do canil/gatil”, como indica o presidente da câmara, Joaquim Couto, citado em comunicado da autarquia.

“Este é mais um grande passo que damos no sentido de promover o bem-estar animal, passamos agora, entre outros aspetos importantes, a ter condições para dar resposta a situações de urgência”, refere.

O protocolo rubricado por Joaquim Couto e Jorge Cid, bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários carece ainda de ratificação do executivo, que reúne pela última vez em 2018 a 27 de dezembro.

Fonte da autarquia disse à Lusa não dispor a câmara de “números de pessoas com animais que possam vir a usufruir do serviço”, especificando que o “cheque veterinário de 7.500 euros”, traduz-se na “atribuição de cheques para tratamento conforme as necessidades que vão sendo identificadas”, lê-se ainda na nota de imprensa.

Segundo a câmara, “o cheque veterinário tem como objetivo a prestação de cuidados de saúde dos animais em risco, nomeadamente no que se refere à vacinação, desparasitação e esterilização, bem como outros tratamentos e urgências 24 horas”.

Para além de abranger os animais em risco, “o cheque veterinário vai também poder ser utilizado para tratamentos de animais de famílias isentas do pagamento de contribuições sociais” e “apenas poderá ser usado nos quatro Centros de Atendimento Médico-veterinário do concelho”.

LUSA

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