No total, foram entrevistadas duas mil pessoas com animais de estimação ​​e os resultados revelam que os seus fiéis companheiros conseguiram detetar situações de risco, como incêndios ou a  presença de níveis elevados de monóxido de carbono.

Uma fuga de monóxido de carbono não é visível  e os primeiros sintomas de envenenamento mais comuns incluem o vómito, cansaço excessivo e falta de ar. O estudo revelou que 1 em 10 pessoas não estão cientes de que a exposição pode ser fatal.

Entre os vários exemplos da ação heróica dos animais, segundo os inquiridos, foram retratadas situações como a de uma pessoa que desmaiou no sofá e foi acordada pelas lambidelas do seu cão, tendo descoberto mais tarde que tinha ocorrido uma fuga de gás; ou de um cão que ladrava repetidamente para alertar um pai que o seu filho estava a ter uma convulsão; e um animal de estimação que ficou agitado após a inalação de monóxido de carbono e, em seguida, fez chamou à atenção do seu dono.

A explicação por detrás disto é o facto de os animais serem afetados mais rapidamente pelos efeitos de vapores tóxicos em relação aos humanos. Quanto menor o corpo, mais depressa se desenvolvem os sintomas.

MS