No período de 10 de agosto a 10 de outubro, “2.444 animais morreram”, enquanto “40.000 estão em risco de morte”, declarou Robert Senge, responsável pelo Serviço Nacional de Epidemia e Vigilância de Kwilu, esta segunda-feira.

Senge referiu que “a morte dos animais surge três a quatro dias” após o aparecimento de diarreia, provocando paralisia dos membros e fraqueza generalizada.

Após a morte, “a carne do gado torna-se esverdeada e decompõe-se, ficando com um odor nauseante”, disse, acrescentando que “a causa desta doença ainda não é conhecida”.

Meios financeiros e logísticos são esperados pelas autoridades provinciais para realizar “investigações epidemiológicas” e a luta contra esta doença. Robert Senge instou a que parceiros da RDCongo se unam nos esforços, porque, acentuou, “a população consome essa carne imprópria”.

Até ao presente, qualquer recolha de amostras ou autópsia dos animais foi realizada.

LUSA

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