Motiva a atividade física:

Ter um cão está associado a uma série de hábitos que surgiram assim que decidiu adotar o seu amigo de quatro patas. Um deles é a atividade física: ter um cão implica passeá-lo pelo menos duas vezes por dia.

Segundo um estudo publicado no The Journal of Physical Activity and Health, os donos dos cães são mais propensos a caminhar por motivos lazer do que os donos de gatos, por exemplo, ou pessoas que não têm nenhum animal de estimação.

Beneficia as crianças:  

Não são só os adultos que beneficiam da companhia dos caninos.  Duas investigações divulgadas no ano passado concluíram que os cães ajudam a reduzir o risco de desenvolver eczema e asma durante a infância. O primeiro estudo revela que os bebés com mães que durante a gravidez tiveram contacto com cães beneficiaram de proteção contra o eczema alérgico, embora o efeito diminua aos 10 anos. A segunda pesquisa verificou os cães melhoram os sintomas da asma nas crianças e reduzem os episódios desta patologia, mesmo que sejam alérgicas a estes animais.

Reduz o stress:

Não há dúvidas de que a grande vantagem de ter um cão sente-se psicologicamente, o que poderá ser explicado pela hormona oxitocina, associada às relações sociais.

Quando uma pessoa interage com um cão, os seus níveis de oxitocina aumentam, ou seja, melhora o seu bem-estar psicológico. Este fator acaba por justificar o uso destes animais para fins terapêuticos, sendo que vários estudos confirmaram que a convivência com os cães reduz os sintomas de depressão e stress.

Prolonga o tempo de vida:

Um estudo conduzido por investigadores da Uppsala University, na Suécia, conclui que ter um cão estaria associado a um risco reduzido de morte prematura e de doença cardiovascular.

Comparando com indivíduos que não possuíam um cão, as pessoas que residiam em casas com mais pessoas e com cães apresentaram um risco de 11% menor de morte por todas as causas. Para os donos que viviam sozinhos esse risco foi 33% menor.

No caso da morte cardiovascular, a posse de cães por uma só pessoa estava associada a um risco 36% menor, comparativamente a um risco 15% menor para os donos que partilhavam a residência com mais indivíduos.

Vet-Online

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