A conceituada marca de roupa britânica já não vai usar peles de animais, como de a coelho ou de raposa, nos seus produtos.

A decisão será posta em prática já na próxima coleção, apresentada a 17 de setembro, que marca a estreia de Riscardo Tisci como novo diretor criativo qu, na sua conta de Instagram, fala numa “nova era” de #modernluxury (luxo moderno). Quanto às peças com pele já existentes, a empresa têxtil avança que vão ser retiradas do mercado de forma “gradual”.

Ainda no âmbito de reforçar a sua política sustentável, a Burberry anunciou que vai deixar de queimar as roupas de coleções passadas, depois do relatório anual que indicava que a marca de luxo tinha destruído todas as criações que tinham sobrado do ano de 2017, avaliadas em 28,6 milhões de libras (32 milhões de euros).

“O Luxo moderno significa ser responsável de forma social e ambiental”, disse Marco Gobbetti, diretor executivo da Burberry, acrescentado que “essa crença é fundamental para nós, na Burberry, e fundamental para o nosso sucesso a longo prazo. Estamos comprometidos em aplicar a mesma criatividade a todas as partes da Burberry, assim como a nossos produtos.”

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